Vendas de roupas na Praça de Fátima: alternativa para quem decide se reinventar

Repórteres:  Ana Luísa e Vanessa Carvalho.

De acordo com dados da Receita Federal, o comércio de produtos de “segunda mão” cresceu 48,58% no último ano de 2020 e no primeiro semestre de 2021, a previsão é que até 2025 cresça cerca de 15 a 20%. Esses dados se dão por muitos motivos, entre eles a onda de consumo consciente no ramo da moda, evitando o acumulo de lixo e resíduos tóxicos no solo.

Na cidade de Imperatriz, podemos citar que apenas pelo Google Meu Negócio, existem 17 brechós cadastrados. Além dos locais em pontos fixos, existem pessoas que comercializam na Praça de Fátima em dias de quarta e sábado, que é quando ocorre a feira itinerante, que é o caso da senhora Maura do Socorro Medeiros, que se encaixa nas duas modalidades.

Buscando se reinventar após sair do antigo emprego de doméstica, Maura do Socorro Medeiros, de 51 anos, decidiu investir no segmento de brechó como alternativa de complementar a renda familiar. A ideia do empreendimento surgiu ainda em 2017, quando recebeu a rescisão do seguro desemprego.

 

 

As vendas na Praça de Fátima que ocorrem durante dois dias da semana funciona a partir das 07h da manhã até 14h da tarde. Os preços das peças variam entre  de R$ 3,00 a 20,00. Como alternativa para fugir dos impactos trazidos pela pandemia, Maura Medeiros, além das vendas no centro da cidade, também comercializa peças em sua residência.

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