Presidente do Centro de Artesanato de Imperatriz afirma que falta de verba para divulgação é o maior problema enfrentado atualmente a

 

O movimento no Centro de Artesanato de Imperatriz tem melhorado bastante, depois de meses parado por conta da pandemia e da reforma que recentemente ficou pronta. Porém, segundo a presidenta da Associação de Artesãos de Imperatriz (Assari), Simo ne Fonseca, o maior problema enfrentado no momento é a falta de divulgação do espaço. “A gente não tem recurso para colocar uma propaganda na mídia, toda vez que fazemos algum evento que a mídia faz qualquer matéria tem aquele boom de visitações.”

 

A Assari, 285 sócios, que desenvolvem trabalhos voltados para a confecção de biscuit, cabaça, bordado, crochê, pintura em cerâmica, argila, madeira entre outros. O artesão, Nilson Henrique, 48 anos, diz que a renda de sua família provém do artesanato há mais de 10 anos, ele trabalha com argila, madeira e restauração de peças. Nilson acredita que o incentivo ao turismo é a chave para que o Centro de Artesanato seja cada vez mais conhecido.

 

 

A aposentada, Maria Silva Barbosa, conta que por mais de 15 anos o artesanato ajudou a complementar o seu rendimento financeiro, mas que fazia muito mais por gostar. “Antes  eu não vivia só do artesanato, fazia por prazer, por que eu gosto, e aí acontecia de complementar a renda.” Maria trabalha com biscuit e com cabaça.

 

O Instagram do Centro de Artesanato é @centroassari e tem sede na Rua Urbano Santos, Centro, em frente a Praça da Cultura, o órgão funciona de segunda a sexta das 9h às 19h e aos sábados das 9h às 13h.

Leia Também