Criminosos já aplicam golpes financeiros usando o Pix

Por Willian Martins

Com o Pix em funcionamento desde novembro de 2020, já começam a chegar relatos de pessoas que caíram em golpes ou fraudes com a nova operação bancária de pagamentos e transferências. Segundo o especialista em segurança digital, Paulo Henrique Sousa, pela rapidez do processo do Pix, o usuário falha pela conferência das informações, e esse tipo de golpe vem se tornando comum na internet.

“Um dos maiores fatores em relação à esses casos, é o pensamento computacional dos usuários, que pela ausência de leitura e conferência dos dados para quem está transferindo, caem facilmente nos golpes financeiros”, afirma o especialista.

Foi o que aconteceu com o cirurgião dentista, Gustavo Mendes, que teve seu Whatsapp clonado, após clicar no link da mensagem SMS que recebeu, para ativar o cadastro do banco.  Após a clonagem, os criminosos enviaram mensagens aos familiares do dentista: “Minha irmã recebeu a mensagem, pensando que era eu, e por desatenção transferiu R$ 5.000, descobri quando um amigo que recebeu a mensagem desconfiou, e ligou para minha esposa”, afirma o cirurgião.

Pix

Criado pelo Banco Central (BC) em novembro de 2020, o Pix é o meio de pagamento em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro. O Pix pode ser realizado a partir de uma conta corrente, conta poupança ou conta de pagamento pré-paga.

Recentemente a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), divulgou os principais golpes envolvendo o Pix.

Confira no site do Febraban

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