Trabalhador relata rotina no GV e fala sobre salário e pressões do dia a dia

Trabalhadores do Centro de Compras GV relatam uma rotina marcada por salário limitado, que muitas vezes é suficiente apenas para a sobrevivência, e por um ambiente de constante pressão nas vendas. Mesmo afirmando que estão no emprego por escolha, eles destacam que o principal motivo para continuar é a necessidade de manter o sustento, investir nos estudos e buscar independência financeira, além de ajudar a família.

Trabalhadores do Centro de Compras GV, em Imperatriz, relatam uma rotina marcada por pressão nas vendas e salário considerado insuficiente para além das necessidades básicas. O trabalhador, Vilmar Cavalcante, afirma que, mesmo estando no emprego por escolha, a principal motivação para permanecer é a busca por independência financeira, estudos e a possibilidade de ajudar a família.

De acordo com Vilmar, o salário recebido é suficiente apenas para a sobrevivência, o que limita o planejamento financeiro e a estabilidade no dia a dia. “Somente sobreviver”, resumiu ao ser questionado sobre sua renda mensal.

Outro ponto destacado é o medo de prejuízos no trabalho. Ele afirma que erros em vendas podem gerar cobranças diretas no salário, o que aumenta a tensão durante o expediente e exige atenção constante no atendimento ao público.

Quando perguntado sobre mudanças desejadas no ambiente de trabalho, Vilmar foi direto no salário. Para ele, uma melhoria na remuneração seria o principal fator para melhorar a qualidade de vida dos funcionários.

Apesar das dificuldades, o entrevistado afirma que permanece no emprego por escolha, buscando crescimento pessoal e profissional. Ainda assim, o cenário descrito aponta para uma realidade comum no comércio: trabalhadores que conciliam metas, pressão e baixa remuneração, enquanto tentam manter estabilidade financeira e apoiar suas famílias.


Reportagem de Felipe Gabriel Carneiro da Paz

Local: centro de compras GV