Manuel Nunes de Almeida, conhecido popularmente como Manuel Garimpeiro (por ter trabalhado no garimpo da Serra Pelada dos anos de 1980 a 1988), é aos 73 anos candidato a prefeito pelo Partido da Mulher Brasileira – PMB da segunda maior cidade do Maranhão, Imperatriz tem 159.326 eleitores aptos a votar nas eleições que irão acontecer neste 15 de novembro de 2020.

Nascido em Batalha no Piauí o vendedor do comércio atacadista e varejista, com o ensino médio incompleto e “formado na faculdade da vida” como ele mesmo afirma, acredita que suas propostas apresentadas no plano de governo podem fazer dele o mais novo prefeito de Imperatriz.

Os seus planos para a cultura local envolvem fomentar financeiramente um Sistema Municipal que pretende criar por meio de um Plano Municipal de Cultura, aproveitar os espaços que já estão disponíveis com eventos que descubram novos talentos e ajude a exportar o nome da cidade por todo o país, por meio de um calendário oficial de cultura, e também mapear os artistas consagrados para alimentar o lazer em eventos oficiais e aliar as ações com o sistema de educação. Essas e outras propostas construídas em seu plano de governo foram expostas no projeto Interdisciplinar “Eleições 2020 – Jornalismo da UFMA pergunta”, onde o candidato nanico foi sabatinado pelos estudantes da Universidade e pela população em geral.

“Garimpeiro promete calçadas padronizadas e asfalto britado com “20 anos de garantia”

Imperatriz Notícias: No registro de sua candidatura, consta que o senhor não pertence à nenhuma coligação, isto é, na disputa sozinho, com isso, pergunto [repórter Rayssa Sousa], o que moveu a sua candidatura à Prefeitura, por que o senhor quer ser prefeito de Imperatriz, segunda maior cidade do Maranhão, e como pretende articular as relações com a Câmara Municipal, visto que o senhor está sozinho?

 

Candidato Manoel Garimpeiro: O partido não está sozinho, o partido está com o povo de Imperatriz, porque a minha trajetória, é uma trajetória que vem de muitos anos, que eu fiquei insatisfeito com as administrações, por isso é que eu não me interessei em coligações políticas, porque o que eu vejo na política, é o interesse próprio, e eu não, eu tenho interesse pela comunidade, pela cidade de Imperatriz e deixar um legado e o ensejo de uma marca na administração brasileira e deixar o exemplo para vocês que são jovens para que futuramente vocês sejam candidatos como eu sou, com meu exemplo, como eu me inspiro no Prefeito de Colatina, Sérgio Meneguelli, então eu quero deixar uma história no Brasil.

 

IN: E o senhor pretende fazer boas amizades na Câmara dos Vereadores?

 M.G.: Eu vou administrar junto com os Vereadores, mas não aquela amizade de política, mas uma amizade de trabalho, veja bem, qual a função de um vereador? É ir fiscalizar o dinheiro público e fazer lei. Então tudo o que eu for fazer, de projeto, nenhum vereador vai assinar projeto para mim, e nem eu farei nada para vereador, porque o que eu fizer, não é para vereador, é para a cidade. E o dia que eu for assinar um projeto, não é para mim, é para a cidade. Então essa questão de “dar lá, dar cá”, para poder assinar projeto, não é comigo! Entendeu?, o meu projeto é trabalhar para comunidade, junto com a comunidade, ouvir a comunidade, e gostar do povo, e transparência! É isso o que eu quero fazer, por isso eu sou candidato à Prefeito, pelo descontento, até fiz uma comparação, me desculpe falar isso, mas de vinte anos pra cá, eu comparei com as sete pragas do Egito com os que administraram Imperatriz, porque ninguém sabe onde o dinheiro público anda, ninguém sabe o que fizeram com o dinheiro “tal”, é assim, então por isso eu sou candidato à Prefeito de Imperatriz, eu tenho um projeto de montar uma “Sala da Conferência”, para eu fechar o caixa todo dia, o de ontem e o de hoje. É exatamente por isso.

 

I.N.: Quais são as mudanças necessárias para serem feitas na área da saúde Pública de Imperatriz, para oferecer qualidade nos tratamentos que tem na rede privada, na sua opinião, candidato?

 M.G.: Olha, a minha opinião, é a minha opinião, não é isso? Agora eu tenho na cabeça, o seguinte: Que ninguém vai ter fila para marcar uma consulta, será através de um aplicativo, você vai marcar sua consulta através da sua casa, e é aquela coisa, saúde pra ter saúde, tem que ter remédio e tem que ter médico, não é isso? Então o que vamos fazer, vamos dividir a cidade em quatro subprefeituras, e em cada uma delas eu quero formar um grupo multifuncional, junto com os médicos, para sair nas casas, primeiro os Agentes de Saúde vão dar as informações, e os médicos vão procurar as pessoas que estão precisando de saúde, até aqueles que não precisam, e o grupo multifuncional é um grupo completo até para ter nutricionista, porque às vezes você é doente porque você não sabe se alimentar, eu no meu caso, eu me alimento muito bem, eu tenho meu exemplo para dar aos outros, então a saúde em Imperatriz, começa pela saúde preventiva. É isso que temos ter, temos que ter médico, atendimento, construir alguns postos de saúde na região do Teotônio Vilela, lá tem uma grande região descoberta pela saúde e tem terrenos públicos para se construir um grande posto de saúde, e aí sim, eu sempre enxergo a cidade toda. E é isso, quando a gente tem interesse, a gente faz.

 

I.N.: Agora no eixo Pandemia, o que o senhor faria diferente da atual gestão, na condução do combate a COVID-19?

 M.G.: Olha o COVID-19 é uma epidemia no Brasil todo, então, as pessoas se cuidarem, se eu puder falar isso, na realidade, eu descobri um remédio, mas eu vou cortar, eu não sou médico, eu não posso falar isso, mas o que se pode fazer nessa pandemia é muito cuidado, muita higiene, é se prevenir, usar sempre a máscara e ter sempre os cuidados da medicina sobre a epidemia, que é aquela história, todo cuidado é pouco. E o que eu tinha pra falar sobre a saúde eu já disse na pergunta anterior, sobre as consultas, sobre o grupo, e a saúde tem que ser cuidado, tem ter médico, remédio, tem que ter tudo, e higiene total nos postos, uma ampliação nos postos, de higiene, de cuidados, é isso, pessoas capacitadas para atender um bem, porque quando você vai a um hospital, você já está doente, com vontade de chorar, e você é mal tratado, ou seja, você sai mais doente de lá, então isso vai ser proibido o atendimento que eu mencionei, tem que ser o melhor atendimento considerado até do Brasil.

 

I.N: Candidato, no seu Plano de Governo, o senhor defendeu 12 eixos de governabilidade, sobre a Infraestrutura, a gente não vê muito isso no seu Plano de Governo, então o senhor vê isso como indispensável?

 M.G.: Olha, a Infraestrutura de Imperatriz deixa a desejar. Até porque você pode prestar atenção, como são as nossas ruas? Nós não temos vida na rua. Por que? Se nós não temos calçadas, se você vai em uma rua, empurrando um carrinho de bebê, você não tem a calçada para ir em cima, uma calçada de um metro, outra de centímetros, não tem respeito com a comunidade, então tudo isso é infraestrutura. Eu tenho um projeto para a estrutura, para que tenha no mínimo, um metro de calçada padronizada, isso não é impossível nas ruas principais, e a parte do asfalto, o meu será asfalto britado, eu quero vinte anos de garantia, porque eu conheço ruas aqui, exemplo de um prefeito [Sebastião Madeira], que fez a rua da FACIMP (Av. Independência), ele fez doze vezes, e agora o último fez cinco vezes, ou seja, foi refeita pela décima sétima vez, agora me diga, se você fez o asfalto ou jogou dinheiro “no mato”?, eles jogaram dinheiro “no mato”, então a minha infraestrutura vai ser bem feita. A parte de esgoto, você faz uma rua, mas não faz sarjeta, então tem que fazer sarjeta, o asfalto tem que ser do jeito que eu falei, tem que ser britado. Abrir ruas também faz parte da infraestrutura, e engloba também o trânsito. Imperatriz o que mais tem é casa no meio da rua. Eu digo uma coisa, no meu governo, ninguém faz casa no meio da rua! Quando eu for prefeito, porque eu vou ser prefeito, porque Deus quer e vocês também irão querer, não será nenhum serviço mal feito e ninguém vai fazer serviço por conta própria, a prefeitura terá que participar, eu conheço isso de perto. Toda gestão deixa a desejar na Infraestrutura, e é por isso que eu serei prefeito. Isso é um protesto político desse abandono de administração.

I.N.: De onde você pensa em tirar recursos das ações de educação que o senhor propõe em seu plano?

M.G.: Recursos, quando tem honestidade, numa cidade desse tamanho, a gente encontra recursos, veja bem, nós vamos atrás de emendas em Brasília. O dinheiro da saúde é para a saúde, o dinheiro da educação é para a educação, então, se você souber administrar bem o dinheiro, o pouco que você faz é muito. Então, no caso da educação, eu quero que a educação seja muito bem tratada, nós vamos trazer a educação integral, profissionalizante, vai ter lazer em toda escola, vai ter merenda, é tanto que eu tenho um objetivo de fazer funcionar a Agricultura Familiar, de funcionar o Cinturão Verde, sabe pra quê? Para ter mais alimentos nas escolas, porque se o seu filho chegar na escola e lá não ter merenda à altura, o que vai acontecer? Nem estudar direito ele vai. É isso o que eu penso. Eu não penso em tirar dinheiro de um local para colocar em outro. Quando eu chegar lá, eu dou o meu jeito, não vai faltar dinheiro pra nada. Porque o dinheiro vai dar. A transparência vai ter.

I.N.: E candidato, focando na Educação Municipal, qual a sua avaliação, e o que o senhor pretende mudar ou melhorar?

 M.G.: Eu já te falei! Assistência, responsabilidade nas escolas, cuidar com muito amor e carinho, participar e ir nas escolas, fazer levantamentos, saber conquistar, conversar com os professores e ver o que está acontecendo, se está tudo “numa boa”, se está deixando algo a desejar. É aquela coisa, quem cuida, com certeza, vai ter resultado. Então temos que cuidar, fazer áreas de lazer, não faltar merenda, olhar se o colégio está próprio, climatizar as escolas.

I.N: Candidato, o senhor concorreu para vereador nos anos de 2012 e 2016 e não foi eleito. Por que decidiu concorrer à prefeitura?’

M.G: Por que o prefeito tem o poder de fazer alguma coisa, poder executivo, como vereador eu ai deixar a desejar não ia fazer o que queria, eu prefeito farei o que o povo precisa e merece, e vereador só tem uma coisa que ele vai fazer; fiscalizar o prefeito, e é o que eu quero que façam, eu não preciso ser fiscalizado, mas a obrigação deles é me fiscalizar, fazer leis e representar o povo, vereador não serei candidato nunca mais.’

I.N: O senhor é do Partido da Mulher Brasileira – PMB, não seria mais correto o senhor ser vice e a candidata a prefeita ser a Norma, sua vice?

M.G: Não, eu fui até São Luís em busca deste partido por que as mulheres são meu orgulho e quero convidar as mulheres a fazerem parte do meu projeto, eu poderia ter um vice homem mas coloquei uma mulher para que elas levantem essa bandeira e mostrem que são guerreiras.’

” Cultura zero, nós temos muitas pessoas nessa cidade que tem talento, eu vou reestruturar a cultura, nos bairros vamos fazer caça talentos e vamos ter aulas de música e teatro, vamos usar aquele palco da Beira Rio, vamos ter show e teatros por lá todos os meios e finais de semana”

 

I.N: Então o senhor tem grandes propostas para as mulheres de Imperatriz? Poderia citar alguma?

M.G: Com certeza, quero que as mulheres participem da minha gestão, sem grupos políticos, meu grupo será livre, darei emprego para o povo, darei emprego para as mulheres e não serão apenas diretoras de escolas, só enxergam as mulheres para isso.

I.N: Qual seu projeto para diminuir a violência na cidade e como pretende implementá-lo?

M.G: Bom, eu sou a favor do monitoramento, as pessoas sabem que estão sendo filmadas e isso inibe a criminalidade, vou aumentar o monitoramento, pretendo capacitar a guarda municipal e colocarei nos bairros pessoas infiltradas para colher informações, nós precisamos de informações para combater a criminalidade pois não temos bola de cristal.”

I.N: Candidato em uma entrevista ao Jornal da Difusora o senhor defendeu um uso de um medicamento natural para combate ao Covid-19. Esse medicamento tem base científica? Foi recomendado pela OMS?

M.G: Não, eu ouvi isso em um áudio de um ‘médico’, que inclusive estava chateado por que as pessoas não estavam comentando sobre este remédio, não devia nem está falando sobre isso, por que às vezes as pessoas brincam com a gente

I.N: Como o senhor avalia a cultura na cidade, e que tipos de atividades culturais pretende implementar na sua gestão?

M.G: Cultura zero, nós temos muitas pessoas nessa cidade que tem talento, eu vou reestruturar a cultura, nos bairros vamos fazer caça talentos e vamos ter aulas de música e teatro, vamos usar aquele palco da Beira Rio, vamos ter show e teatros por lá todos os meios e finais de semana.

I.N: A campanha eleitoral já começou, porém, a sua comunicação nas redes sociais possui um perfil bem simples, mas com poucas ideias. Como é possível conhecer mais sobre seu plano de governo além dos que estão disponíveis no TSE?

M.G: A gente não tem pessoas suficientes para fazer a divulgação do nosso plano de governo. Realmente estão certos, não está sendo bem divulgado, mas não é por minha vontade. Agora a gente vai começar a informar, podem ficar tranquilos.

I.N: Quais são as iniciativas que o senhor prever para incrementar no turismo em Imperatriz?

M.G: Quando eu cheguei aqui em Imperatriz eu banhava e pescava no Rio cacau, então meu plano é fazer uma limpeza em todos riachos. Vamos canalizar todas as águas e fazer uma limpeza aos redores dos rios. A beira rio, na lagoa vai ser um ponto turístico e também procurar trazer investimentos.

I.N: O senhor não apresentou propostas para a área rural da cidade. Na sua opinião o poder executivo municipal já fez tudo dentro do seu alcance?

M.G: Não, se tivesse feito eu estaria com eles, vou dar um exemplo, no Camaçari para sair na lagoa verde, não tem estrada tem que abrir, na Vila Conceição para sair na Estrada do Arroz não tem estrada. Então tem que dar condições para área rural escoar os produtos para poder chegar à cidade, tem que dá vida para o povo e incentivo para plantar e colher.

I.N: Candidato nas últimas eleições o senhor acabou desistindo da candidatura e apoiou o então Prefeito de Imperatriz e logo foi nomeado como servidor. Foi troca de favores?

M.G: Eu sempre admiro não é o mentiroso é a mentira. Eu dizia se fosse prefeito iria fazer uma auditoria de oitos anos e o prefeito que estava na gestão, com medo me chamava até de doido. Quando chegou no fim que eu fiquei sem partido, o gestor veio aqui na minha casa, Manoel você não é mais candidato e eu queria que o senhor me ajudasse. Eu não me vendo, obrigado pela pergunta, mas desculpe também pela minha resposta.

I.N: Candidato o seu partido tem baixo apoio não faz parte de nenhuma coligação e tem apenas um candidato a vereador ao seu lado. Como o senhor pretende chegar a ser prefeito de Imperatriz?

M.G: Não precisa eu ter vereador para eu administrar o executivo, o que eu for fazer é para o povo. Quando os candidatos vão ser candidatos eles pensam em dinheiro e eu não tenho dinheiro.

I.N: Candidato o senhor tem 72 anos, na sua gestão o que o senhor tem para oferecer para terceira idade?

M.G: A terceira idade temos que ter respeito por todos, cuidar muito bem deles para que eles tenham uma saúde melhor. Então eu vou dar todo carinho e pretendo fazer mais áreas. Vamos cuidar dos idosos igual cuidamos das crianças.

I.N: Candidato qual plano de governo caso eleito o senhor tem para o público LGBT?

M.G: Todo ser humano é igual, agora cada um faz o que bem entender, Deus quando botou nós na terra deu o livre arbítrio para todo mundo.

I.N: O que o senhor acha da inclusão digital nas escolas de Imperatriz?

M.G: Eu acho ótimo.

I.N: Qual a sua opinião sobre a área azul na cidade. O senhor pretende manter ou acabar com essa área?

M.G: Acabo na mesma hora, não quero conversa. Imperatriz não tem organização de trânsito e área azul não organiza só vai multar carro pegar o dinheiro do povo eu não concordo.

I.N: Qual nota o senhor da para o atual prefeito? Tem pontos positivos? Quais?

M.G: Eu não quero dar nota para nenhum prefeito que já passou pela cidade de Imperatriz.

I.N: Tem mais alguma informação que o senhor gostaria de passar aos eleitores de Imperatriz? Fique à vontade esse espaço é para suas considerações finais.

M.G: Eu quero convidar o povo de Imperatriz para libertar essa cidade, para construirmos uma Imperatriz diferente. E quero deixar um recado aos políticos, se eu ganhar nunca mais vão colocar a mão para serem administradores. Eu vou dar esse exemplo, quem é que não gosta de uma boa gestão de uma transparência. O nosso gabinete vai ser porta aberta e quero dizer que não vai ter decepção. Quero agradecer a todos que fizeram essa entrevista comigo, agradecer de coração, é muito importante, estão dando a chance de se manifestar. O sentimento a gente não esconde, e um sentimento de amor eu amo e eu sou feliz quando vejo todo mundo feliz e que Deus tome de conta de todo povo de Imperatriz.

I.N: O senhor é contra ou a favor da retirada dos vendedores informais e ambulantes que ficam localizados nas calçadas e ruas de imperatriz?

M.G: Em primeiro lugar eu não sou contra com ninguém que trabalha. Isso aí é uma coisa que vem de décadas e décadas, Imperatriz é uma cidade sem administração. Para fazer isso tem que conversar com todo o povo e fazer um local adequado.

I.N: Candidato como o senhor avalia sendo adversário do atual Prefeito de Imperatriz nessa eleição?

M.G: Eu não tenho adversário, estou sendo candidato, faço minha política e se um político quiser tirar foto comigo eu tiro. O voto está na sua mão e no seu coração, não vou fazer política vou é trabalhar, povo tem que esquecer adversário político, e entender que cada um tem o direito de escolher seus objetivos, se o povo achar por bem elege de novo se não outro.”

I.N: O Maranhão e o 4º estado com mais crimes de homofobia no Brasil, qual será suas medidas para combater a LGBTFobia em Imperatriz?

M.G: Primeiro quem tem que se responsabilizar é o Governo do Estado, a gente tem como ajudar, mas não tem como passar a frente.

I.N: Tem algum prefeito no Brasil que é um ótimo exemplo a ser seguido segundo o senhor?

M.G: Tem, o Meneguelli de Colatina, inclusive eu liguei para o gabinete dele e não estava. O assessor pediu para gravar um vídeo e enviar para ele. Eu me inspiro e só tenho ele até hoje.

 

Esta entrevista integra o projeto interdisciplinar

ELEIÇÕES 2020 – Jornalismo da UFMA pergunta

Aluna de Gêneros Jornalísticos responsável por essa produção:

Carllos Alcântara; Iany Santos; José Antônio