Jornal On-line do curso de Jornalismo da UFMA de Imperatriz

Mesmo com o período veraneio oficial não liberado, a população busca amenizar o calor excessivo em praias de Imperatriz

 

Créditos: Acervo da Prefeitura de Imperatriz
Créditos: Acervo da Prefeitura de Imperatriz

 

Em 2021, como no ano passado, ainda corremos o risco da pandemia de Covid-19. Assim, o período veraneio ainda não foi liberado pela prefeitura de Imperatrizense, mas a população já está indo às praias. Os frequentadores da praia como Ana Kelly, 23 anos afirmam que não são seguras, mas, dá para aproveitar sempre tomando cuidados devidos.

A técnica em administração conta que todo mundo está mantendo distanciamento até por ser um local aberto, também afirma que os dias menos frequentados são os dias em no meio de semana como segunda e quarta. Para Kelly, os motivos que a leva ir à praia é poder curtir uma boa água fresca, diante desse terrível sol.

As praias mais conhecidas da cidade são praia do bianor, do amor, do cacau, do meio e da bela vista esses são os destinos da população quando se trata de se refrescar no verão do Maranhão que é um dos mais quentes do Brasil.

Desde o ano passado, o verão não é o mesmo devido a Covid-19. O tradicional verão de imperatriz acontece em meados de junho a agosto de todo ano consecutivos, com a chegada da pandemia o funcionamento das praias tiveram que ser revisadas de acordo com as normas sanitárias, a técnica em enfermagem, Kamila Rosa de 22 anos conta como está sendo essa temporada de praias: “Não há segurança por que lá não tem corpo de bombeiros, não tem os flutuantes para delimitar a área de banho e etc. Só e bom para sentar e comer um peixe junto com a cerveja”.

A técnica de enfermagem relata que existe sim a delimitação de uma mesa para outra, mas não chega a ser o distanciamento certo, também ressalta a importância de todo cuidado durante a estadia nas praias: As praias são boas apenas pra passar o tempo e matar o calor que em Imperatriz é um sol para cada cabeça, porém, e sempre bom termos cuidados, sempre usando a máscara e uso continuo do álcool em gel, afirma a jovem.

 

Por Pedro Henrique e Izabella Sousa

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